Press Release

A Mimulus Cia de Dança é uma forte referência no cenário da dança brasileira.

Ao longo de sua trajetória, buscou referências sobre as danças de salão em diversos países, num trabalho intenso de pesquisa, a partir da qual desenvolveu uma nova linguagem. Desrespeitando os limites formais da sua base e, assumindo um processo de contaminação, criou um novo e exemplar conceito de dança contemporânea.

Como conseqüência, seus espetáculos vêm surpreendendo o público e a crítica de diversos paises.

Do seu repertório destacam-se os ESPETÁCULOS:

 

“DE CARNE E SONHO”, considerado como um dos trabalhos artísticos mais significativos da cena cultural de Minas Gerais e o mais premiado do grupo. Tendo estreado em 2003, é reverenciado até hoje. Seu acervo foi exposto no foyer do Grande Teatro do Palácio das Artes, na noite de entrega dos prêmios SESC SATED.

“Son tango propose ce qu’il faut de duos intenses, jambes enchevêtrées sans s’entremêler, de variation de tonalité, du joyeux au romantique en passant par le passioné.”

“Quant à Jomar Mesquita il a une présence électrisante, qu’il esquisse quelques pas dans un coin de scène ou qu’il se livre à une interprétation toute personnelle du tango avec sa partenaire complice…”

“Tout en ravivant la flamme du tango, en évitant les poncifs et proposant d’audacieuses variations… En évitant le kitsch …Jomar Mesquita a joué avec intelligence entre hommage à un tango voisin de Belo Horizonte…” LE FIGARO, France – Agnès Benoist

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“DO LADO ESQUERDO DE QUEM SOBE”, cujo nome refere-se à localização da sede da Cia (do lado esquerdo de quem sobe a Rua Ituiutaba), às questões da urbanização e, em especial, à forma como os negros, após a abolição da escravatura, se inseriram na sociedade do colonizador branco – através da música e dança. A atuação dos bailarinos se integra com perfeição ao cenário, figurino e à trilha de Yamandú Costa. A excelência do trabalho da Mimulus, em um espetáculo delicado, marcado pela brasilidade. Aplaudido por exigentes platéias brasileiras e de outros países, foi consagrado em reportagem e crítica no THE NEW YORK TIMES:

“This was dance with a human face, and superhuman energy.”

“…Jomar Mesquita and his Mimulus Dance Company ought to be bottled and sold as elixir. Forget about Vitaminwater and Red Bull. For an hour on Friday night at Jacob’s Pillow Dance Festival here, the sassy, charming young dancers of this Brazilian troupe filled the Ted Shawn Theater with infectious wit and energy as well as intriguing dance invention.” THE NEW YORK TIMES , USA – Jennifer Dunning

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“DOLORES”, espetáculo em que a Mimulus Cia de Dança mergulha no universo de Pedro Almodóvar e transcende a própria dança. É um trabalho ardente, sensual e sarcástico, que traz em todos os seus elementos cênicos e artísticos o universo complexo, dramático e passional exposto nas obras do grande cineasta espanhol. “Dolores” já foi apresentado em festivais dos EUA e Canadá e Espanha.

Em 2010 a Cia realiza 32 apresentações de Dolores, percorrendo todo o Brasil, ao integrar o projeto de circulação do SESC Nacional, o Palco Giratório. Em 2011, inicia nova turnê internacional, a partir da Maison de la Danse em Lyon, França, de onde seguirá para outros paises da Europa.

“Se nada parece novo no mundo atual, não é porque tudo é clichê ou lugar-comum na contemporaneidade, mas porque a maioria dos artistas usa os signos disponíveis de maneira previsível. Como a Mimulus não pretende se render a isso, os rumos de cada cena de Dolores são agradavelmente imprevisíveis.”

“Dolores é um espetáculo que transcende a própria dança e, neste sentido, supera os trabalhos anteriores da companhia. Sua complexidade, desde a estrutura até o jogo de movimento no cenário e entre este e a luz, resulta em algo particularmente espetacular.” Marcello Castilho Avellar – Jornal ESTADO DE MINAS

“É um espetáculo imperdível com todo o valor artístico das produções anteriores da companhia de dança de Minas que mais ganhou projeção internacional nos últimos anos (Miguel Anunciação)”. Jornal HOJE EM DIA – Cultura

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“POR UM FIO”, recebeu os seguintes prêmios Sinparc/Usiminas: Melhor Espetáculo, Melhor Coreografia, Melhor Iluminação, Melhor Cenário, Melhor Bailarino. E, pelos jurados da premiação SESC/SATED Minas Gerais, 2010: Melhor Espetáculo, Melhor Coreógrafo, Melhor Bailarino.

Neste espetáculo, a companhia transpõe o fascínio pelos bordados, escritos, amontoados de Arthur Bispo do Rosário, para o emaranhado de braços e corpos que bordam coreografias. Emaranhado de fios elétricos, filamentos das lâmpadas incandescentes que se confundem com os fios condutores das coreografias e com a sucata do trabalho dos bailarinos, que lhes servem de matéria prima para a composição da obra.

Cenário e luz partem do emaranhado que tece a memória das coisas, dos inventários do mundo e de suas coleções, das repetições que reverberam o anonimato. Nele se fazem presentes a luz e a sombra, a loucura, a memória, o outro lado da vida intrincada no seu fazer.

O figurino inspira-se na forma como os internos vestiam-se para os bailes da Colônia Juliano Moreira, é confeccionado em sua maior parte com o aproveitamento de retalhos e tecidos descartados. A exemplo das obras do Bispo, as peças são bordadas com textos, palavras e inventários. Trabalho realizado pelas “Meninas do Cafezal”.

“Agora, não resta mais qualquer dúvida de que (a Mimulus) está inventando um futuro para a dança a dois.”

“O material coreográfico produzido é rico, requintado e dançado com muita precisão.”

“O duo de Jomar com Juliana Macedo, ao som de Chopin, tem a consistência daquele tipo de momento que ilumina caminhos e aponta para o que pode se desdobrar a partir do que já existe”. Helena Katz – Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

“Por Um Fio é o trabalho mais ousado que a companhia mineira Mimulus já realizou.”

“O conjunto caminha para um paroxismo em que os clímaxes de cada uma das camadas que constroem o conjunto se recusam a coincidir uns com os outros, numa das sequências mais belas que a dança em Minas criou nos últimos anos.”

“…num espetáculo que parece gritar contra a escuridão e a favor do sentimento.” Marcello Castilho Avellar – Jornal ESTADO DE MINAS

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O DIRETOR, Jomar Mesquita

Tem formação superior em Engenharia Mecânica e Especialização em Pedagogia do Movimento pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Desde 1989 dedica-se à pesquisa de diferentes gêneros e estilos nas melhores escolas de países como Cuba, Argentina, Costa Rica, França, Inglaterra, Espanha e Estados Unidos.

Estudou teatro, técnicas circenses, ballet clássico e moderno, sapateado, iluminação cênica, técnicas coreográficas e música. Em 2002 foi agraciado com o certificado de Master Artist of Dance na Universidade de Stanford, na Califórnia, USA. Possui fluência em inglês, francês e espanhol.

Coreógrafo e bailarino, Jomar Mesquita é diretor artístico da Mimulus Cia de Dança desde a sua fundação há 20 anos, sendo autor dos espetáculos “Bagagem”, “E Esse Alguém Sabe Quem”, “De Carne e Sonho”, “Do Lado Esquerdo de Quem Sobe”, “Dolores” e “Por um Fio”.

Seu trabalho é reconhecido como proposta de uma estética inovadora, contemporânea e imprevisível. Integra frequentemente bancas de avaliação e consultorias de dança e, participando de importantes eventos no exterior e no Brasil, vem colecionando prêmios e críticas bastante favoráveis.

“Dolores”, por exemplo, participou do 76º. Jacob’s Pillow Festival (USA) – onde esteve em 2007, com o espetáculo “Do lado esquerdo de quem sobe”- da 14ª. Edição do Festival des Arts de Saint-Sauver, no Canadá e do Festival Madrid em Danza (Espanha).

No Grupo Galpão e Cia Burlantins (MG) atuou como professor de dança dos atores.

Foi também coreógrafo dos espetáculos: Choros de Villa Lobos realizado pela Companhia de Dança de Minas Gerais (Fundação Clovis Salgado) em março de 2009; e do espetáculo Tão, pela companhia Sociedade Masculina, de São Paulo, 2011


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